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Blocos de carnaval invadem as ruas e as cidades viram passarelas para marcas

Durante a festa, a mídia exterior chega a impactar 87% dos jovens entre 18 e 44 anos

 

São Paulo, 20 de fevereiro de 2020 – É carnaval! Multidões ocupam espaços públicos para curtirem com os blocos e os trios elétricos. São Paulo terá mais de 700 blocos em 2020 e o Rio de Janeiro não fica atrás, com os chamados “megablocos” reunindo mais de 1 milhão de pessoas (segundo estimativas oficiais). E para a publicidade, essa é uma oportunidade única de aumentar os impactos das marcas. A mídia OOH alcança 83% da população nos últimos 7 dias, de acordo com dados do Target Group Index, da Kantar IBOPE Media. Durante o Carnaval, a presença das pessoas nas ruas aumenta consideravelmente, sobretudo os jovens. Tanto que, entre os com idade de 18 a 34 anos, o impacto do OOH sobe para 87% nesse período que, inclusive, é apontado como uma das principais datas com maior gasto ao longo do ano para 20% deles contra 14% da média da população.

Ao longo dos últimos cinco anos, a publicidade em OOH obteve um crescimento de 9%, muito por conta do aumento da mobilidade urbana nos grandes centros, com as pessoas se locomovendo a pé, por meio de transportes públicos ou bicicletas. Ao longo dos meses de fevereiro e março de 2019, período que antecedeu e precedeu o Carnaval, as cinco categorias que mais investiram em OOH foram: Ensino Escolar e Universitário, Telecom (fixa física), Cervejas, Refeições Rápidas e Eventos Sociais e Culturais.

“A mídia OOH cresce a cada ano no Brasil e vem se consolidando entre as marcas. De acordo com levantamento de Advertising Intelligence, essa mídia totalizou mais de 6 mil e quinhentos anunciantes e mais de 8 mil marcas em 2019. O Carnaval é uma excelente oportunidade de, literalmente, botar o bloco nas ruas e desfilar as marcas entre o público”, afirma Adriana Favaro, diretora comercial de veículos da Kantar IBOPE Media.

Nas redes sociais o fenômeno se confirma: durante o Carnaval de 2019, a cobertura do evento foi o assunto mais comentado, com transmissões em diferentes emissoras. “O cidadão conectado gosta de assistir TV com o controle remoto em uma mão e o smartphone na outra, ou seja, ele posta aquilo que está assistindo e comenta com os amigos e os grupos. Qual marca não quer milhões de pessoas? Essa não é mais uma tendência, é uma realidade”, finaliza.