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Compra de espaço publicitário cresce 11% em Belém (PA) nos últimos três anos

Jornal foi o meio com a maior participação

Prestes a comemorar seu 401º aniversário, Belém apresenta crescimento na compra de espaços publicitários. De acordo com levantamento da Kantar IBOPE Media, que monitora a publicidade em 41 praças espalhadas pelo Brasil, a compra de espaço em TV aberta e jornal em Belém (PA) foi o equivalente a R$ 1,7 bilhão entre janeiro e novembro de 2016 – um crescimento de 4% em relação ao mesmo período de 2015. Já em relação aos últimos três anos, o crescimento já chega a 11% (R$ 1,5 bilhão).

De janeiro a novembro do ano passado, foram mais de 751 mil inserções publicitárias de aproximadamente 1500 anunciantes. Campanhas autorizadas por São Paulo são responsáveis por 43% dos investimentos na praça, seguidas por anunciantes da própria capital, Belém (29%), e do Rio de Janeiro (5%).

O levantamento da Kantar IBOPE Media também destacou o meio Jornal que, com forte apelo regional, atraiu mais investimentos dos anunciantes locais: do total, 52% foram destinados ao meio, ou seja, R$ 256,3 milhões. Já a TV aberta, somou 48% de participação, com R$ 232,5 milhões.

“Belém possui forte participação dos anunciantes locais na compra de publicidade, representando mais de um quarto do total. Para potencializar ainda mais os negócios locais e contribuir para a tomada de decisão, seguimos avançando com a entrega de dados cada vez mais refinados. A partir deste mês, ampliaremos nossa cobertura de jornal em Belém e incluímos novos títulos”, comenta Rita Romero, diretora de Monitor da Kantar IBOPE Media.

Líder Comércio e Indústria, Formosa e Eurocarr foram os principais anunciantes locais entre janeiro e novembro do ano passado. Já as agências da região que mais investiram em compra de espaço publicitário, destacam-se Griffo Comunicação, Galvão Comunicação e Latina Comunicadores.

Fonte: EasyAnalytics  – Belém –  Janeiro a Novembro de 2016 e 2013 – TV aberta e Jornal. Os dados tem como base as tabelas de preços dos veículos de mídia e desconsideram descontos, permutas e negociações